Disaster Recovery: melhor prevenir, e recuperar!

Na prática, muitas organizações não estão preparadas para passar por esses tipos de situações, já que consideram que as chances...

Disaster Recovery: melhor prevenir, e recuperar!

Na prática, muitas organizações não estão preparadas para passar por esses tipos de situações, já que consideram que as chances de algo grandioso afetar o andamento do trabalho são mínimas, no entanto, a realidade mostra que muitas organizações sofrem por contraírem dívidas de processos judiciais e revés financeiro devido a perdas de dados ocasionadas por um problema em seu ambiente tecnológico e que infelizmente estavam despreparadas.

Em momentos críticos, como falhas técnicas, queda de energia, erro humano, atentado terrorista, vírus, ataques de hackers, desastres naturais etc., é imprescindível considerar o Disaster Recovery, pois, com sua implementação, os termos financeiros que afetam o negócio podem ser recuperados, assim como dados, a imagem e a reputação da marca podem ser protegidas. 

A solução apresenta benefícios como a segurança de informações, utilização de múltiplos servidores para o armazenamento de dados, processos organizados, garantia de não interrupção e baixo custo com infraestrutura. Infelizmente há uma cultura do mínimo investimento em grande parte dos negócios nesta área, e comumente encontramos empresas realizando backup de alguns arquivos e entendem que estão protegidos. A verdade é que o plano de Disaster Recovery deve ir mais a fundo na solução, ajustando o “Plano de Contingência” às necessidades de cada negócio, se estruturando em ferramentas de backup e replicação de dados que garantam um “Ponto e Tempo de Recuperação – RPO e RTO” baixo. 

A era da Transformação Digital reforça ainda mais a necessidade da adoção de um plano de contingência. As empresas estão cada vez mais expostas, assumindo tecnologias digitais que podem torna-las vulneráveis. Para que o plano de recuperação ocorra de modo a obter sucesso, é preciso focar o pensamento na prevenção, fazendo um levantamento de todos os riscos que afetam a empresa e elencando todas as vulnerabilidades; avaliar a infraestrutura de TI e conhecer quais ativos fazem parte do sistema da companhia; organizar os setores, permitindo que todos os funcionários saibam como salvar as informações e fazer o uso correto da tecnologia; e formar uma equipe de gestão de crises, capacitada em tecnologia, que deverá ficar responsável por identificar e recuperar todos os danos materiais.  

Ao determinar o plano de contingência, é preciso, também, definir algumas prioridades para elaborar as estratégias de recuperação, ou seja, quais dados, informações, documentos, setores e outras operações devem ser, prioritariamente, salvas, já que são indispensáveis para o funcionamento da organização. Nessa perspectiva, tem-se que é importante adotar um Disaster Recovery Plan quando a empresa é dependente de sistemas de gestão (ERP), pois, desse modo, os dados gerados pelos ERP´s ganham uma segurança a mais em casos de catástrofes.