A Cegid foi a parceira tecnológica escolhida pela Barbot para suportar um processo de transformação digital que resultou na criação de uma “fábrica inteligente”, assente na integração entre máquinas, pessoas e sistemas de gestão.
O projecto foi desenvolvido em parceria com a RIS 2048, Premium Partner da Cegid, e teve como base a implementação do ERP Cegid Primavera, solução utilizada para centralizar operações industriais, automatizar processos e reforçar a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.
Com a nova plataforma, a Barbot passou a contar com maior controlo de custos, rastreabilidade integral dos produtos e capacidade para reproduzir fórmulas de tinta com exactidão, mesmo vários anos após a produção original.
Segundo Diogo Barbot, CEO da empresa, a digitalização permitiu reforçar a visibilidade operacional e responder a novas exigências do mercado.
“Passámos a ter rastreabilidade total de todos os processos, desde a encomenda até à entrega ao cliente. Hoje, o consumidor exige acesso imediato e em tempo real à informação sobre a sua encomenda”, afirmou.
ERP liga produção, logística e operação comercial
A implementação abrangeu todo o grupo empresarial e as geografias onde a Barbot opera, incluindo Portugal, Espanha, Angola, Moçambique e Cabo Verde.
De acordo com a empresa, o projecto permitiu evoluir para um modelo de produção 5.0, com produção robotizada e comunicação homem-máquina em tempo real.
Além da operação industrial, o ERP passou igualmente a integrar áreas comerciais, logísticas e de gestão, permitindo maior uniformização de processos entre lojas, fábricas e canais de distribuição.
Segundo Luís Cadillon, Director de Novos Negócios da Cegid em Portugal e Cabo Verde, a integração tecnológica trouxe ganhos operacionais relevantes.
“A automatização dos processos industriais e a integração da informação, desde o chão de fábrica até à gestão, permitem maior eficiência e acesso imediato a dados críticos para a operação”, referiu.
Sustentabilidade e operação paper free
A transformação digital incluiu ainda a digitalização integral dos fluxos administrativos e operacionais, permitindo à Barbot operar num modelo 100% paper free, desde a recepção de pedidos até à expedição do produto final.
O projecto foi estruturado em duas fases: uma primeira focada em rastreabilidade e transparência operacional, e uma segunda orientada para consolidação histórica de dados e suporte à tomada de decisão baseada em informação em tempo real.
Segundo a empresa, o novo modelo permite não apenas optimizar a operação actual, mas também antecipar necessidades de mercado e melhorar capacidade analítica.




