Grupo Boticário moderniza infraestrutura de rede para ampliar eficiência operacional em mais de 4 mil lojas
Projeto baseado em SD-WAN e operação em nuvem busca centralizar gestão tecnológica, aumentar escalabilidade e fortalecer operação distribuída no varejo
O Grupo Boticário iniciou a modernização de sua infraestrutura de conectividade com foco em ampliar disponibilidade, escalabilidade e gestão centralizada de suas operações distribuídas. A iniciativa envolve a adoção de uma arquitetura baseada em SD-WAN e gestão em nuvem para suportar a operação de mais de 4 mil lojas.
O projeto busca simplificar a administração da rede e reduzir dependências locais, permitindo gerenciamento centralizado dos sistemas das unidades e eliminando a necessidade de servidores físicos em loja.
Segundo Ronaldo Geller, líder de TI e responsável pelo projeto no Grupo Boticário, a nova estrutura contribui para maior estabilidade operacional, roteamento mais inteligente de conectividade e simplificação da ativação de novas unidades.
A estratégia também responde a desafios típicos de operações de varejo em larga escala, como dispersão geográfica, necessidade de alta disponibilidade e padronização tecnológica entre unidades.
Com a nova arquitetura, a companhia passa a contar com maior resiliência operacional, garantindo continuidade dos serviços mesmo em situações de falha de conexão, além de ampliar a visibilidade sobre aplicações e desempenho da rede.
Outro objetivo do projeto foi internalizar a operação e suporte da solução, reduzindo dependência externa e aumentando eficiência na gestão tecnológica das lojas.
A implementação teve início em setembro de 2024 e seguirá ao longo de 2026 até a conclusão da migração de todos os pontos de venda.
Em termos de infraestrutura, a operação contempla milhares de dispositivos conectados entre equipamentos SD-WAN, pontos de acesso, switches e concentradores virtuais, compondo uma base tecnológica voltada à sustentação da expansão e digitalização do negócio.
A movimentação reflete um cenário mais amplo no varejo, em que empresas com operações distribuídas têm priorizado arquiteturas de conectividade centralizadas e baseadas em nuvem para suportar sistemas corporativos, integração de dados e escalabilidade operacional.