
Foto: divulgação
A presença da Marjô no evento dialoga diretamente com o tema desta edição, que aborda a nova fronteira da aplicação da inteligência na gestão empresarial. Em um cenário onde inteligência artificial, automação e análise de dados se tornam cada vez mais presentes, o desafio das empresas deixa de ser apenas tecnológico e passa a envolver decisões estratégicas e visão sistêmica.
Para Vitor Ruschoni, diretor de tecnologia da Marjô, o desenvolvimento moderno exige uma mudança de mentalidade. Segundo ele, o profissional de tecnologia já não pode atuar apenas como executor técnico, mas como agente capaz de compreender processos, objetivos de negócio e o impacto das soluções sobre usuários e operações.
Na Marjô, essa abordagem se reflete no modelo de terceirização de equipes especializadas, que prioriza não apenas excelência técnica, mas também leitura de cenário, entendimento estratégico e integração com as áreas de negócio. A empresa defende que o desenvolvimento começa antes da primeira linha de código e continua após a entrega, acompanhando resultados e evolução das soluções.
Em um contexto de aceleração tecnológica, a companhia destaca que aplicar inteligência à gestão exige mais do que ferramentas avançadas: demanda critério, visão humana e responsabilidade sobre o impacto das decisões tecnológicas, apesar do avanço acelerado das ferramentas de inteligência artificial no desenvolvimento de software, a Marjô Tecnologia alerta que o uso indiscriminado dessas soluções pode gerar riscos técnicos, operacionais e até estratégicos para as empresas. Embora a IA aumente significativamente a produtividade e amplie a capacidade de criação dos times, a companhia defende que sua aplicação exige responsabilidade, validação profissional e domínio técnico. Sem esse cuidado, há risco de geração de sistemas frágeis, decisões baseadas em interpretações incorretas e perda de controle sobre a arquitetura e a segurança das soluções.
Com sua participação no ERP Summit 2026, a Marjô busca ampliar o diálogo sobre como a área de desenvolvimento pode contribuir para aplicações de inteligência mais eficazes, sustentáveis e alinhadas aos objetivos das organizações, reforçando a ideia de que o futuro do software pertence a quem entende do código, negócios e pessoas.



