
A partir de 2026, com a fase de transição da Lei Complementar 214/2025, qualquer divergência de códigos fiscais poderá bloquear documentos fiscais. Com a chegada do IBS e da CBS, os ERPs terão que consolidar regras federais, estaduais e municipais em um fluxo único.
Se o cadastro não estiver consistente — classificações fiscais, CST, Classtrib, NCM e NBS — a nota pode ser rejeitada, a operação travada e o caixa comprometido. O risco aumenta conforme o novo sistema avançar até 2032.
Onde os ERPs vão sentir o impacto
Hoje já é obrigatória a NCM para produtos.
A Reforma acrescenta a NBS para serviços, com mais de 2.000 códigos sem correspondência direta com a tabela atual da LC 116.
Durante a transição, será preciso informar a classificação atual e a nova em paralelo, conciliando exigências de todas as esferas tributárias.
Se o ERP não estiver preparado para validar e cruzar essas informações, NF-e e NFS-e podem simplesmente não sair, paralisando operações.
Como especialistas estão se antecipando
A iMendes atua com monitoramento contínuo da legislação e oferece soluções de saneamento de cadastros e atualização automática das regras fiscais dentro dos ERPs.
São milhões de itens processados mensalmente, cobrindo ICMS, ISS, IBS, CBS e IS, reduzindo riscos de rejeição e garantindo conformidade.
Por que ajustar agora é decisivo
Estudos do setor apontam que empresas sem cadastros saneados podem ter até 30% das notas fiscais rejeitadas já na virada da legislação.
Antecipar os ajustes garante que o ERP responda corretamente às exigências, evite bloqueios fiscais e preserve margens de precificação no período de transição.
🚀 A Reforma Tributária já começou a transformar o cenário fiscal. Preparar seu ERP hoje pode ser a diferença entre operar sem interrupções ou enfrentar perdas significativas.
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