A proximidade da Reforma Tributária, prevista para entrar em vigor a partir de 2026, tem despertado preocupação entre CEOs, CFOs e gestores de todo o país. Embora o discurso oficial seja o de simplificação, especialistas alertam que o período de transição deve trazer uma explosão de complexidade tributária, exigindo que empresas operem simultaneamente com duas legislações fiscais ao longo de quase uma década.
Esse é o alerta central do novo episódio do Podcast “Gestão em Minutos”, gravado por Robinson Klein, CEO da CIGAM, e Antônio Guimarães, Gestor Nacional de Vendas. No conteúdo, os executivos discutem como a tecnologia, especialmente um ERP moderno, flexível e preparado para mudanças sistêmicas, será determinante para garantir sobrevivência, margem e competitividade das empresas nos próximos anos.
Transição tributária: mais complexidade, não menos
Ao contrário da percepção comum, os especialistas da CIGAM explicam que a reforma não reduzirá a complexidade imediatamente. Pelo contrário.
“Pensar que a reforma vai simplificar é ilusório. Talvez daqui a dez anos simplifique. Até lá, a complexidade aumenta, e muito”, afirma Klein.
O desafio está no fato de que empresas precisarão operar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo, ajustando créditos, débitos, custos e margens ano a ano. Sem tecnologia eficiente, o impacto pode ser dramático:
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aumento de equipes tributárias;
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queda de produtividade;
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dificuldade em calcular margens e precificação;
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risco de perdas financeiras por erros de cálculo;
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gargalos operacionais e fiscais.
“Quem não tiver um bom software vai precisar dobrar a equipe, e isso derruba produtividade e destrói margem”, reforça o CEO.
O ERP como instrumento de sobrevivência - não apenas operação
Guimarães destaca que muitos ERPs dizem estar preparados para a reforma, mas poucos entregam o que realmente importa: capacidade de projetar custos, margens e preços em um cenário de dupla legislação.
“Emitir nota é o básico. A pergunta real é: seu sistema vai te ajudar a formar preços e proteger margem com duas regras tributárias simultâneas?” questiona o executivo.
Segundo ele, o ERP precisa oferecer muito mais que conformidade fiscal. Ele deve:
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recalcular automaticamente margens com duas tributações vigentes;
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ajustar dashboards, BI e indicadores à nova realidade;
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prever impacto tributário futuro em contratos e vendas;
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garantir precificação estratégica durante a transição;
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suportar atualizações constantes da regulamentação.
Poucos sistemas do mercado têm estrutura técnica para lidar com esse nível de complexidade.
Por que a CIGAM afirma estar preparada?
A resposta está no DNA tecnológico da empresa. A CIGAM opera com plataforma low-code desde 1994, permitindo produtividade até 20 vezes maior em desenvolvimento e manutenção - uma vantagem crítica em períodos de mudança.
Essa arquitetura permite:
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atualização rápida e segura das regras fiscais;
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robustez sem perda de facilidade de uso;
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adaptação contínua ao cliente;
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redução do tempo e custo de implementações.
Além disso, a CIGAM participa de grupos técnicos nacionais que acompanham a regulamentação da reforma, garantindo antecipação dos requisitos.
IA: um conselheiro estratégico dentro do ERP
A CIGAM também foi a primeira empresa brasileira de ERP a lançar uma integração nativa com inteligência artificial, poucos meses após o surgimento do ChatGPT.
Com a Cia (inteligência artificial do ERP CIGAM), o gestor pode:
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conversar com o ERP em linguagem natural;
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pedir análises de margem, fluxo de caixa e risco;
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criar dashboards de BI sem especialistas;
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receber diagnósticos automáticos sobre tendências e anomalias;
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antecipar problemas financeiros com semanas de antecedência.
A tecnologia não apenas acelera decisões, ela aumenta a qualidade delas.
Por que este podcast é essencial para líderes empresariais?
Porque a pergunta que abre o título não é retórica. É estratégica: sua empresa realmente está preparada para 2026?
O conteúdo traz respostas diretas para quem lidera:
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Como proteger margem durante a transição tributária?
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O que muda na precificação e no custo de compras?
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Quais áreas serão mais impactadas além do fiscal?
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Como usar tecnologia para evitar aumento de custos e riscos?
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O que um ERP precisa entregar para garantir competitividade?
O episódio também detalha como a CIGAM tem estruturado seu produto para mitigar riscos e facilitar a adaptação das empresas, não só no fiscal, mas em toda a operação. Assista o episódio completo:






