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Sua empresa está pronta para 2026? O papel do ERP na sobrevivência tributária dos negócios

Enquanto o país se prepara para a Reforma Tributária, executivos da CIGAM explicam por que o ERP será o diferencial entre perder margem e garantir eficiência

Redação Portal ERP
15 de dez. de 2025
T|Fonte:18px
4 min de leitura
Sua empresa está pronta para 2026? O papel do ERP na sobrevivência tributária dos negócios

A proximidade da Reforma Tributária, prevista para entrar em vigor a partir de 2026, tem despertado preocupação entre CEOs, CFOs e gestores de todo o país. Embora o discurso oficial seja o de simplificação, especialistas alertam que o período de transição deve trazer uma explosão de complexidade tributária, exigindo que empresas operem simultaneamente com duas legislações fiscais ao longo de quase uma década.

Esse é o alerta central do novo episódio do Podcast “Gestão em Minutos”, gravado por Robinson Klein, CEO da CIGAM, e Antônio Guimarães, Gestor Nacional de Vendas. No conteúdo, os executivos discutem como a tecnologia, especialmente um ERP moderno, flexível e preparado para mudanças sistêmicas, será determinante para garantir sobrevivência, margem e competitividade das empresas nos próximos anos. 

Transição tributária: mais complexidade, não menos 

Ao contrário da percepção comum, os especialistas da CIGAM explicam que a reforma não reduzirá a complexidade imediatamente. Pelo contrário. 

“Pensar que a reforma vai simplificar é ilusório. Talvez daqui a dez anos simplifique. Até lá, a complexidade aumenta, e muito”, afirma Klein.  

O desafio está no fato de que empresas precisarão operar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo, ajustando créditos, débitos, custos e margens ano a ano. Sem tecnologia eficiente, o impacto pode ser dramático: 

  • aumento de equipes tributárias; 

  • queda de produtividade; 

  • dificuldade em calcular margens e precificação; 

  • risco de perdas financeiras por erros de cálculo; 

  • gargalos operacionais e fiscais. 

“Quem não tiver um bom software vai precisar dobrar a equipe, e isso derruba produtividade e destrói margem”, reforça o CEO.  

O ERP como instrumento de sobrevivência - não apenas operação 

Guimarães destaca que muitos ERPs dizem estar preparados para a reforma, mas poucos entregam o que realmente importa: capacidade de projetar custos, margens e preços em um cenário de dupla legislação. 

“Emitir nota é o básico. A pergunta real é: seu sistema vai te ajudar a formar preços e proteger margem com duas regras tributárias simultâneas?” questiona o executivo.  

Segundo ele, o ERP precisa oferecer muito mais que conformidade fiscal. Ele deve: 

  • recalcular automaticamente margens com duas tributações vigentes; 

  • ajustar dashboards, BI e indicadores à nova realidade; 

  • prever impacto tributário futuro em contratos e vendas; 

  • garantir precificação estratégica durante a transição; 

  • suportar atualizações constantes da regulamentação. 

Poucos sistemas do mercado têm estrutura técnica para lidar com esse nível de complexidade. 

Por que a CIGAM afirma estar preparada? 

A resposta está no DNA tecnológico da empresa. A CIGAM opera com plataforma low-code desde 1994, permitindo produtividade até 20 vezes maior em desenvolvimento e manutenção - uma vantagem crítica em períodos de mudança. 

Essa arquitetura permite: 

  • atualização rápida e segura das regras fiscais; 

  • robustez sem perda de facilidade de uso; 

  • adaptação contínua ao cliente; 

  • redução do tempo e custo de implementações. 

Além disso, a CIGAM participa de grupos técnicos nacionais que acompanham a regulamentação da reforma, garantindo antecipação dos requisitos. 

IA: um conselheiro estratégico dentro do ERP 

A CIGAM também foi a primeira empresa brasileira de ERP a lançar uma integração nativa com inteligência artificial, poucos meses após o surgimento do ChatGPT. 

Com a Cia (inteligência artificial do ERP CIGAM), o gestor pode: 

  • conversar com o ERP em linguagem natural; 

  • pedir análises de margem, fluxo de caixa e risco; 

  • criar dashboards de BI sem especialistas; 

  • receber diagnósticos automáticos sobre tendências e anomalias; 

  • antecipar problemas financeiros com semanas de antecedência. 

“A IA funciona como vários conselheiros especialistas dentro da empresa”, explica Klein.

A tecnologia não apenas acelera decisões, ela aumenta a qualidade delas. 

Por que este podcast é essencial para líderes empresariais? 

Porque a pergunta que abre o título não é retórica. É estratégica: sua empresa realmente está preparada para 2026? 

O conteúdo traz respostas diretas para quem lidera: 

  • Como proteger margem durante a transição tributária? 

  • O que muda na precificação e no custo de compras? 

  • Quais áreas serão mais impactadas além do fiscal? 

  • Como usar tecnologia para evitar aumento de custos e riscos? 

  • O que um ERP precisa entregar para garantir competitividade? 

O episódio também detalha como a CIGAM tem estruturado seu produto para mitigar riscos e facilitar a adaptação das empresas, não só no fiscal, mas em toda a operação. Assista o episódio completo: 

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