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Lojas Americanas adota tecnologia ICTS Security

Em seu site, a ICTS divulga desde auditorias até investigação e apuração de delitos, passando por varredura eletrônica de ambientes e projetos integrados de segurança

Redação Portal ERP
10 de fev. de 2023
T|Fonte:18px
2 min de leitura
Lojas Americanas adota tecnologia ICTS Security

A Lojas Americanas contratou a ICTS Security, empresa brasileira de segurança da informação, como parte do seu processo de recuperação judicial. Em nota divulgada nesta sexta-feira, 3, a Americanas informa que a ICTS Security será responsável pela “implementação de medidas internas adicionais para proteção de dados e informações”.

Em seu site, a ICTS divulga desde auditorias até investigação e apuração de delitos, passando por varredura eletrônica de ambientes e projetos integrados de segurança, na medida em que a empresa busca apurar como foi possível a criação de "inconsistências contábeis” na casa de R$ 20 bilhões, seguidas da constatação de dívidas de R$ 43 bilhões e um pedido de recuperação judicial.

A contratação da ICTS Security foi anunciada na mesma nota na qual foi comunicada o afastamento de todos os três diretores estatutários da empresa, com exceção de João Guerra, um profissional de carreira com background em TI que foi nomeado CEO interino após o escândalo se tornar público. A empresa é uma das três que compõem a operação da ICTS, oriunda de uma multinacional israelense de segurança com o mesmo nome, cuja operação brasileira foi comprada pelos executivos no país em 2005.

 

Ao todo, o grupo tem  500 profissionais e serve a mais de 1 mil clientes a partir de seus escritórios localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Barueri. A Punder Advogados, responsável pela busca e apreensão de provas para averiguar uma possível fraude na gestão da Americanas, anunciou que estava deixando o caso na semana passada.

O escritório de advocacia justificou a decisão pelos “riscos de integridade” que acredita estar sujeito como consequência da ação movida pelo Bradesco contra Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Telles, os principais acionistas da varejista e alguns dos homens mais ricos do país.

Antes da Punder, a EY e a Deloitte, duas das maiores empresas de auditoria do mundo, recusaram um pedido da Justiça paulista para periciar os computadores dos executivos da Americanas. Enquanto a EY alegou conflito de interesses por já compor o comitê independente de investigações sobre a crise da varejista, a Deloitte disse apenas seguir diretrizes internas.

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